Comecei num Atari aos 5 anos e nunca mais soltei o controle. Ryu desde o Super Nintendo. Elsword pelas amizades que ficaram. Stardew com a Thais. Essa face é o histórico de saves.
Jogo de Ryu desde o Super Nintendo. Depois me aventurei bastante no SFV e um pouco no SF6. Mesmo personagem, do pixel de 16 bits ao 3D de agora. É essa a ideia do site inteiro.
A ordem aqui é o conteúdo. Cada console foi uma camada, e eu não pulei nenhuma. Repare que os controles vão ganhando resolução conforme a lista desce: no começo cabia tudo numa grade de 8 pixels.
Comecei aqui, com cinco anos, e nunca mais soltei o controle.
O Ryu de 16 bits e o Cormano de poncho rosa. Os dois estão no site até hoje.
O Digimon World 2 eu dividia a conta com meu irmão. O 3 era só meu, e foi nele que treinei o Gallantmon ao extremo.
Jak 3 é o meu jogo preferido de PS2. Sinto muito, God of War.
Fui pro PC porque dava pra jogar muito mais coisa, e com o tempo esse lance de exclusivo foi caindo. Foi aqui que eu joguei online de verdade.
Voltei pra mídia física e me empolguei com a nostalgia de ter a caixa na mão. Isso tinha acabado quando virei PC gamer.
Comecei em 2010 no servidor coreano, onde eu era main de Lord Knight. Em 2013 migrei pro brasileiro e virei Blade Master. Na época, pra mim, era o melhor jogo online que existia.
Mas o que ficou não foi o personagem, foram as amizades. Gente que eu conheci ali dentro e que eu tenho até hoje, muitos anos depois. Isso um jogo bom faz, e esse fez.
Eu tinha um canal, o SottaniProductions, que falava especificamente de Elsword. Fiz meu nome numa comunidade pequena e apaixonada. Ganhei esse quadro num concurso de avatares da Level Up! Games, em 2014. Joguei até uns 2017, 2018 e encerrei. Não foi briga nem cansaço, foi só a hora certa. Pra mim aquele capítulo está fechado, e está fechado bem.


Não é nostalgia de lista, é o meu preferido de verdade, e não mudou até hoje. Depois dele vêm Naruto, Bleach e One Piece, mais uma pilha de outros menores que eu também gosto.
Não é só jogo. Eu gosto de silêncio e de sossego, de um sushi, de uma batata frita, e de série de comédia que eu já vi tantas vezes que sei a fala antes de acontecer. No fim, o que eu procuro é simples: liberdade, contemplação e paz.

Conheci ela pela internet, e hoje a gente planta, pesca e cuida da fazenda junto no Stardew Valley. De todas as partidas que eu joguei na vida, essa é a melhor, e é a única em que eu não me importo de não ser 1v1.
Se você desceu até aqui, é porque tem assunto. Projeto, ideia, ou só falar. Me chama.